Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência e personalizar anúncios no Empreenda MS. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade e nossos Termos de Uso.
Aceitar
Empreenda MSEmpreenda MSEmpreenda MS
  • Empreendedorismo
  • Inovação
  • Desenvolvimento
  • Tecnologia
  • Colunistas
Pesquisar...
  • Agronegócio
  • Alimentação
  • Ciência
  • Comércio
  • Comportamento
  • Cultura
  • Desenvolvimento
  • Economia
  • Educação
  • Empreendedorismo
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Eventos
  • Finanças
  • Games
  • Gastronomia
  • Gestão Pública
  • Infraestrutura
  • Inovação
  • Investimento
  • Lazer
  • Listas
  • Meio Ambiente
  • Negócios
  • Política
  • Recursos Humanos
  • Redes Sociais
  • Saúde
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
  • Transporte
  • Turismo
© 2025 Empreenda MS. Feito orgulhosamente com ❤️ WordPress. Todos os Direitos Reservados.
Lendo: Reforma Tributária entra na conta dos pequenos negócios de MS e acende alerta sobre escolha de regime
Compartilhar
Font ResizerAa
Empreenda MSEmpreenda MS
Font ResizerAa
Pesquisar...
Já tem uma conta? Entrar
Siga-nos
  • Fale Conosco
  • Sobre Nós
  • Privacidade
  • Anuncie
© 2025 Empreenda MS. Feito orgulhosamente com ❤️ WordPress. Todos os Direitos Reservados.
Empreenda MS > Empreendedorismo > Reforma Tributária entra na conta dos pequenos negócios de MS e acende alerta sobre escolha de regime
Empreendedorismo

Reforma Tributária entra na conta dos pequenos negócios de MS e acende alerta sobre escolha de regime

Empreenda MS Publicado em 17/09/2026 186 visualizações
Compartilhar
12 minutos de leitura
Reforma Tributária: Pessoa usando calculadora sobre uma mesa de trabalho ao lado de uma caneca de café
Compartilhar

Palestra em Três Lagoas encerrou série de quatro encontros do Sebrae/MS com o Sicoob Unique Br e expôs a dúvida que domina as conversas entre empresários e contadores: permanecer no Simples Nacional tradicional ou migrar para o regime híbrido

A Reforma Tributária deixou de ser assunto de gabinete e entrou na planilha dos pequenos negócios de Mato Grosso do Sul. Em Três Lagoas, 65 participantes se reuniram na terça-feira (15) para entender como a substituição dos tributos sobre consumo pode afetar preços, custos, fluxo de caixa e até as relações comerciais de micro e pequenas empresas. A palestra “O impacto da Reforma Tributária nos Pequenos Negócios”, realizada na sede da Regional Costa Leste do Sebrae/MS, encerrou uma série de quatro encontros gratuitos promovidos pela instituição em parceria com o Sicoob Unique Br, com condução do especialista em Direito Tributário Sebastião Rolon.

A série começou em agosto e passou por Campo Grande, Corumbá e Aquidauana antes de chegar à Costa Leste, levando a discussão a empresários de diferentes regiões do Estado. Em Três Lagoas, a programação teve atenção especial aos empreendedores da área da saúde — um setor de serviços em que o novo modelo tende a produzir efeitos mais visíveis sobre a formação de preço, justamente porque a tributação sobre serviços passa por reconfiguração profunda.

Leita também

Corredor Bioceânico: caminhões de carga em rodovia

Corredor Bioceânico: obras não estão prontas e MS deve mirar a Ásia, alerta Verruck

Seminário grátis em Campo Grande no dia 10/11 ensina a lucrar com economia criativa
Campo Grande lança app da Rota Bioceânica com serviços, eventos e câmbio de 4 países
Radar Empreenda MS #002 | 3 de novembro de 2026 – As mais lidas de outubro
Vale-refeição em MS: várias bandeiras valem na mesma maquininha a partir deste sábado (7)

O que muda com a Reforma Tributária e em que ritmo

Estabelecida pela Emenda Constitucional 132/2023, a Reforma Tributária prevê uma transição gradual até 2033. O desenho central substitui tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI por um novo arranjo formado pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e pelo Imposto Seletivo. Na prática, o país migra de um sistema com cobranças sobrepostas em diferentes esferas para um modelo de valor agregado, com crédito amplo ao longo da cadeia.

Para as microempresas e empresas de pequeno porte, no entanto, acompanhar o calendário é apenas parte do desafio. O ponto sensível é outro: entender como as novas regras conversam com o Simples Nacional e avaliar as alternativas disponíveis conforme as características de cada operação. Não se trata de uma escolha teórica — ela define quanto crédito o cliente da empresa poderá aproveitar e, por consequência, o quanto aquele negócio continuará competitivo diante de concorrentes em outro regime.

“O mais importante é que essa decisão seja tomada de forma racional, olhando para o caso concreto da empresa. Não existe uma resposta única dizendo que o híbrido será melhor para todos ou que permanecer no Simples tradicional será sempre a escolha mais adequada”, afirmou Sebastião Rolon. Segundo ele, é preciso “analisar a operação, entender quem são os tomadores e prestadores envolvidos e avaliar os reflexos de cada alternativa”.

O especialista apresentou aos participantes uma ferramenta desenvolvida pelo Sistema Sebrae para auxiliar exatamente nessa avaliação. “O Sebrae desenvolveu um simulador justamente para ajudar nessa escolha entre o Simples tradicional e o sistema híbrido. Essa é uma das grandes dúvidas que chegam dos empresários e a ferramenta permite trazer mais elementos para essa análise”, explicou.

A dúvida que chega ao balcão do contador

O encontro em Três Lagoas expôs um problema de comunicação que se repete em escritórios de contabilidade de todo o Estado: o empresário quer uma resposta objetiva sobre uma regra que ainda está sendo regulamentada. A contadora Renata Duarte, que participou da palestra acompanhada de clientes, descreveu a cena com precisão.

“Os empresários já chegam querendo uma resposta pronta: perguntam qual será a alíquota, quanto vão pagar e qual escolha devem fazer. Só que ainda existem pontos que precisam ser definidos e nós não podemos antecipar um resultado que ainda não conhecemos”, relatou. Ela disse ter feito questão de levar empresários atendidos pela contabilidade ao evento: “Quando eles também compreendem o que está acontecendo, conseguimos ter uma conversa muito mais clara e tomar as decisões com mais consciência”.

O empresário e contador Éber do Nascimento Teixeira, que acompanha tanto as discussões técnicas quanto as dificuldades dos clientes, resumiu o papel que a categoria terá na transição. “Para nós, da contabilidade, o desafio é transformar um assunto cheio de detalhes e bastante complexo em algo que o cliente consiga compreender e aplicar no dia a dia. Por isso, encontros como este ajudam a trazer clareza para que nós também possamos ser facilitadores desse conhecimento”, destacou.

Do lado de quem toca o negócio, a motivação para participar tem menos a ver com técnica e mais com a necessidade de separar fato de boato. “A gente escuta muito burburinho: que vai ser difícil, que vai ser ruim, que muita gente pode ter prejuízo. Mas não adianta sofrer antes da hora. Precisamos entender o que podemos fazer e quais opções nós temos”, afirmou o empresário Matheus Gonçalves. “É hora de parar com o burburinho, conhecer os fatos e trabalhar em cima deles para se preparar para o que vem pela frente.”

Preço, nota fiscal e crédito: o cotidiano em revisão

A palestra usou situações do dia a dia empresarial para traduzir a complexidade do tema. Formação de preços, emissão de notas fiscais, aproveitamento de créditos, contratação de fornecedores e efeitos sobre o fluxo de caixa estiveram entre os assuntos discutidos. Casos envolvendo empresas prestadoras de serviços abriram espaço para questionamentos sobre como o novo modelo poderá interferir nas relações comerciais e na competitividade dos negócios.

Esse é o ponto em que a reforma deixa de ser um debate tributário e vira decisão estratégica. Em um sistema de crédito amplo, a escolha do regime de um fornecedor afeta o custo efetivo do cliente. Empresas que atendem majoritariamente pessoas físicas tendem a sentir efeitos diferentes daquelas que vendem para outras empresas. O mesmo vale para negócios com folha de pagamento pesada frente a negócios com muitos insumos — a estrutura de custo passa a pesar de outro jeito na conta final.

Para a analista técnica do Sebrae/MS, Caroline Canassa, ampliar o acesso a esse conhecimento ganha importância diante de escolhas que repercutirão nos próximos anos. “Nosso papel é fazer com que o pequeno empresário não fique sozinho diante de uma mudança dessa dimensão. A legislação é complexa, mas o empreendedor precisa compreender aquilo que efetivamente interfere na empresa dele para conseguir conversar com seu contador, avaliar cenários e fazer escolhas conscientes”, destacou.

“Quanto antes esse empresário buscar informação e olhar para o próprio negócio, mais condições terá de atravessar essa transição com segurança e continuar competitivo”, completou a analista.

O efeito sobre o crédito e as cooperativas

A transição não mexe apenas com empresas e escritórios de contabilidade. Instituições financeiras que operam com pequenos negócios também precisam recalibrar o relacionamento com seus clientes, porque mudanças no fluxo de caixa alteram o perfil de demanda por crédito e a capacidade de pagamento ao longo do ano.

“A Reforma Tributária vai impactar diretamente o dia a dia das empresas e isso também passa pelo fluxo de caixa. Para nós, enquanto cooperativa de crédito, é importante compreender esse movimento e nos preparar internamente para as novas demandas que poderão surgir dos nossos cooperados”, afirmou o gerente regional do Sicoob Unique Br, Phillipe Diório. Segundo ele, antecipar a discussão permite “levar informação agora e construir uma atuação muito mais consultiva junto aos empresários lá na frente”.

O movimento faz sentido em um Estado onde o cooperativismo de crédito tem presença forte no interior e frequentemente funciona como primeira porta de acesso a capital de giro para negócios que não têm relacionamento consolidado com grandes bancos. Uma transição tributária mal compreendida pode se converter, meses depois, em inadimplência — e o custo de prevenir é menor do que o de renegociar.

Gestão integrada é a lição prática

Além das questões estritamente tributárias, o debate em Três Lagoas evidenciou reflexos que alcançam outras áreas da gestão. Finanças, formação de preços, relações comerciais e operação passam a exigir um olhar integrado à medida que o novo sistema avança. Empresas que tratam a reforma como uma tarefa exclusiva do contador tendem a descobrir tarde demais que a decisão sobre regime tributário conversa diretamente com política comercial, seleção de fornecedores e estrutura de custos.

Há também uma dimensão de calendário. Como a transição é gradual até 2033, com etapas intermediárias de convivência entre sistemas, empresas terão de operar por anos em um ambiente de dupla lógica — o que exige controles internos mais organizados do que a média dos pequenos negócios brasileiros mantém hoje. Nesse cenário, a qualidade da informação contábil deixa de ser obrigação burocrática e passa a ser insumo de decisão.

Próximos passos

O trabalho de orientação sobre a Reforma Tributária prossegue com as ações do Sebrae/MS, que mantém conteúdos, ferramentas e atendimentos para auxiliar os pequenos negócios a acompanhar as novas regras e avaliar seus possíveis efeitos de acordo com a realidade de cada empresa. Mais informações podem ser obtidas pela Central de Relacionamento, no telefone 0800 570 0800, ou pelo site da instituição.

Para o empresário sul-mato-grossense, a mensagem que sai de Três Lagoas é operacional: a decisão sobre permanecer no Simples tradicional ou migrar para o regime híbrido não pode ser tomada por comparação com o vizinho de setor, nem adiada até que a regulamentação esteja integralmente concluída. Ela depende de simulação sobre os números da própria empresa — e essa conta, quanto mais cedo começar a ser feita, menos custará.

Fontes

Agência Sebrae de Notícias MS — “Reforma Tributária exige preparação e mobiliza representantes de pequenos negócios em Três Lagoas” (16/09/2026): acesse aqui

Você também pode gostar

Evento reúne empresários em Campo Grande para discutir como construir uma máquina de vendas
Evento reúne empresários em Campo Grande para discutir como construir uma máquina de vendas
i9-67: Homem apresenta projeto para grupo de pessoas em escritório
i9-67: startups aceleradas pelo Sebrae em MS têm alta de 9,6% no faturamento
Semana Sebrae: Dois donos de uma cafeteria posando juntos no estabelecimento
Sidrolândia tem Semana Sebrae de Negócios e Crédito de 3 a 7/11; veja agenda e bancos
ASSUNTOS:CooperativismoSebraeSicoobsimplesnacionaltributacao
Compartilhar este artigo
Facebook WhatsApp WhatsApp LinkedIn Telegram Threads Link

Continue Conectado

FacebookCurtir
InstagramSeguir
LinkedInSeguir
ThreadsSeguir
- Anúncio -
Ad imageAd image

Artigos Recentes

Fábrica de papel: folhas de papel brancas empilhadas em camadas onduladas
MS negocia fábrica de papel após R$ 100 bi em celulose; anúncio deve sair em 2027
05/11/2026 Economia
Adriana Tozzetti, diretora executiva do Parktec CG e embaixadora de MS no CASE 2026, discursa em evento
Diretora Executiva do Parktec CG será embaixadora do CASE 2026, um dos maiores eventos de startups do Brasil
05/11/2026 Eventos Inovação
Ambientes de inovação: empreendedores e pesquisadores trabalham juntos em um protótipo
Ambientes de inovação precisam entregar mais que infraestrutura
05/11/2026 Colunistas Luan Argemon
Malha Oeste: trem de carga atravessa paisagem rural seca
Malha Oeste: Reinaldo defende leilão por trechos; ferrovia de 1,6 mil km está sem trem
05/11/2026 Infraestrutura

Artigos Relacionados:

Aurora Coop: Grupo de peixes nadando em uma lagoa

Aurora Coop compra frigorífico de peixes de Itaporã, com capacidade para 60 t por dia

30/10/2026
órgãos públicos: Martelo e chave de fenda com cabos amarelos e pretos sobre superfície

MEIs e agricultores de MS já fecharam R$ 4,2 mi com órgãos públicos; veja como entrar

29/10/2026
Refis do ICMS: Pessoa segura papel ao lado de caneta e calculadora sobre a mesa

Refis do ICMS em MS dá até 90% de desconto em juros e multas; adesão vai até 28/12

28/10/2026
vagas temporárias: Mulher segura peças de roupa dentro de uma loja de vestuário

Campo Grande terá mil vagas temporárias no fim do ano; veja como disputar e seus direitos

28/10/2026
//

O primeiro portal de empreendedorismo e inovação de Mato Grosso do Sul, oferecendo conteúdo para inspirar empreendedores.

Links Úteis

  • Privacidade
  • Termos de Uso
  • Fale Conosco
  • Anuncie Aqui!CONFIRA!

Principais Tópicos

  • Desenvolvimento
  • Empreendedorismo
  • Inovação
  • Tecnologia
Empreenda MSEmpreenda MS
Siga-nos
© 2024 Empreenda CG. Feito orgulhosamente com ❤️ WordPress. Todos os Direitos Reservados.
É bom ter você de volta!

Faça login na sua conta