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Empreenda MS > Empreendedorismo > O Salto Competitivo: Mato Grosso do Sul acede a fundo de R$ 3,3 mil milhões para financiar inovação e mitigar o risco tecnológico nas pequenas e médias empresas
Empreendedorismo

O Salto Competitivo: Mato Grosso do Sul acede a fundo de R$ 3,3 mil milhões para financiar inovação e mitigar o risco tecnológico nas pequenas e médias empresas

Empreenda MS Publicado em 24/04/2026
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16 minutos de leitura
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Num esforço conjunto que reúne o Sebrae/MS, a Finep e o Governo do Estado, a capital sul-mato-grossense sediou a apresentação de novas linhas de financiamento. O objetivo é capitalizar o ecossistema local, que já lidera o Centro-Oeste com mais de 600 startups ativas, e descentralizar a tecnologia por 12 polos estratégicos do interior.

O financiamento da inovação é o desafio mais complexo enfrentado pelas empresas na transição para a nova economia digital. Enquanto os bancos comerciais tradicionais exigem garantias físicas e histórico de faturação para conceder crédito, o desenvolvimento de novas tecnologias opera sob a premissa da incerteza. Para colmatar esta falha de mercado e garantir que as pequenas e médias empresas (PMEs) consigam desenvolver soluções de alto valor acrescentado, o Estado assume o papel de investidor através de capitais de subvenção e crédito subsidiado. Foi precisamente para desenhar esta ponte entre o capital e o empreendedor que a sede do Sebrae/MS, em Campo Grande, recebeu, na última sexta-feira (dia 17), a iniciativa nacional “Finep pelo Brasil”.

O encontro, de caráter altamente estratégico para a matriz económica regional, funcionou como uma montra para a apresentação de um pacote financeiro robusto, que disponibiliza mais de R$ 3,3 mil milhões (3,3 bilhões de reais) em oportunidades de financiamento estritamente voltadas à inovação. A audiência reuniu os principais atores da chamada “Hélice Quádrupla”: representantes do poder público, executivos do setor produtivo, fundadores de startups e líderes de instituições científicas e académicas.

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Durante as sessões de trabalho, os especialistas detalharam os trâmites burocráticos e os caminhos técnicos necessários para que o tecido empresarial — englobando empresas maduras, startups em fase de tração, cooperativas de produção e Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) — aceda a estes recursos recém-lançados através de editais da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

A Estratégia Nacional e o Potencial do Centro-Oeste

A injeção de capital num estado específico não ocorre por mero acaso burocrático; obedece a uma leitura atenta do potencial de retorno desse território. A programação do evento focou-se em sublinhar e validar o posicionamento estratégico que Mato Grosso do Sul conquistou no panorama nacional de inovação ao longo dos últimos anos.

O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, presente na cerimónia, traçou um diagnóstico claro sobre a vocação do estado. Segundo a análise do alto executivo, Mato Grosso do Sul reúne hoje um conjunto de caraterísticas institucionais e geográficas que favorecem largamente a fusão entre o desenvolvimento científico de ponta e a sustentabilidade ambiental.

“Essa é uma oportunidade de transformação para um futuro sustentável em que brasileiros e brasileiras façam ciência com estratégia, ainda mais em um Estado que abriga biomas e tem vocação para a inovação”, destacou o presidente da Finep.

Na ótica do financiamento público, a “ciência com estratégia” traduz-se no abandono da pesquisa académica isolada em favor da pesquisa aplicada, ou seja, aquela que resulta em patentes, produtos comercializáveis e eficiência para as indústrias locais (como a otimização de safras ou a criação de novos biomateriais a partir da flora do Pantanal). Elias reforçou o compromisso federal com esta integração, afirmando que o objetivo estrutural da instituição é prosseguir “construindo um ecossistema que articula universidades, centros de pesquisa, fundações estaduais e políticas públicas de desenvolvimento”.

A Preparação Estadual: A Captação de R$ 71 Milhões

Para que os milhões de reais anunciados em Brasília cheguem, de facto, às contas bancárias das empresas sediadas em Campo Grande ou no interior do estado, é necessário que o ecossistema local possua maturidade para redigir projetos de excelência, que cumpram os rigorosos critérios técnicos dos editais. O Governo Estadual tem investido ativamente nesta capacitação prévia.

Cristiano Carvalho, diretor-presidente da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia (Fundect) e simultaneamente conselheiro do Sebrae/MS, evidenciou a evolução recente e o aumento substancial do volume de recursos e investimentos governamentais direcionados para o setor de inovação. A sua declaração funcionou como uma garantia de apoio institucional aos empreendedores presentes. “Estamos à disposição de todos para alinhar esses projetos estratégicos e fazer o treinamento necessário para que o Estado consiga cada vez mais aumentar o processo de captação junto às agências, como a Finep”, afiançou o dirigente.

A eficácia deste treino de captação é atestada pelos números dos exercícios financeiros anteriores. O titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, validou a tese de que o estado mudou o seu perfil económico. “Nosso Estado escuta o que a Ciência diz”, afirmou.

Falcette trouxe a público o balanço da execução orçamental do ano transato. “Efetivamos em 2025, R$ 71 milhões via fundo Finep”. Este valor não é uma verba residual; R$ 71 milhões injetados em capital de investigação e desenvolvimento (I&D) alteram completamente o ritmo de crescimento de startups e laboratórios privados. O secretário sublinhou que a presença destas linhas de crédito é um vetor crucial de desenvolvimento, descrevendo a conquista como “um recurso muito importante por estar tendo esse olhar para o Centro-Oeste e que tem alavancado muitos negócios em um Estado que tem uma orientação clara de se aproximar da iniciativa privada”.

A Descentralização do Capital e o Desafio da Rota Bioceânica

Um dos grandes debates na política de inovação brasileira é o combate à concentração territorial do conhecimento. Quando toda a tecnologia é desenvolvida na capital, o interior sofre com a estagnação salarial e a fuga de talentos jovens. O planeamento sul-mato-grossense assumiu o compromisso de combater esta assimetria, promovendo a interiorização das oportunidades.

Ricardo Senna, secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, expôs que a utilização competente dos variados instrumentos de fomento oferecidos pela Finep tem operado como um mecanismo direto e eficaz para fazer o progresso tecnológico desaguar nos municípios mais distantes.

Segundo o secretário-executivo, as “instâncias de governança estão chegando nos municípios” através da estruturação formal de ecossistemas de inovação locais, estando todas elas “ancoradas em nossos pilares de renovação e sustentabilidade”. Esta descentralização capacita o investigador e o empresário do interior a resolverem problemas com os quais lidam no seu próprio quotidiano logístico. Senna detalhou essa dinâmica: “É muito importante esse papel da Finep em liderar e induzir o desenvolvimento do Estado para que pesquisadores possam se debruçar em desafios tecnológicos de Mato Grosso do Sul e aproveitar as oportunidades locais, como a Rota Bioceânica”.

A citação à Rota Bioceânica ilustra perfeitamente a intersecção entre a geografia e o software. O novo corredor rodoviário internacional, que conectará o Centro-Oeste brasileiro aos portos do Oceano Pacífico através do Paraguai e do Chile, trará desafios inéditos: controlo aduaneiro transnacional rápido, gestão inteligente de frotas de camiões, sistemas de tradução automática para logística e a preservação ambiental do fluxo ao longo do Pantanal e do Chaco. O Estado aposta em injetar dinheiro nas mentes locais para que startups nascidas em Mato Grosso do Sul desenvolvam as aplicações e os algoritmos que organizarão o tráfego desta gigantesca artéria comercial.

O Motor da Qualificação: Sebrae/MS e o Atendimento Massivo

Neste complexo xadrez de financiamentos e exigências técnicas, a figura do micro e do pequeno empresário poderia facilmente perder-se na burocracia. É precisamente neste vértice que o Sebrae/MS (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso do Sul) atua, assumindo a posição de articulador central do ecossistema. A instituição encarrega-se de traduzir os regulamentos académicos e aproximar os donos dos pequenos negócios das fatias dos R$ 3,3 mil milhões que se encontram disponíveis.

Tito Estanqueiro, atual diretor de Operações do Sebrae/MS, delineou a filosofia que guia a intervenção da entidade. Para a liderança do Sebrae, a inovação deixou de ser um conceito restrito aos laboratórios fechados. “Nós acreditamos que a inovação não pode ser algo distante porque ela precisa estar ao alcance dos pequenos negócios”, referiu Estanqueiro. A quebra deste distanciamento é executada no terreno através da instrução contínua e técnica. “Por isso, levamos conhecimento por meio de palestras, oficinas e consultorias”.

A dimensão e o alcance deste trabalho de base encontram reflexo direto nas estatísticas de atendimento. A revelação efetuada pelo diretor comprova a escala industrial da operação de suporte às empresas: “Só em 2025, foram 20 mil empresas atendidas nessa temática aqui no estado e é por isso que apoiamos a construção de ecossistemas locais, envolvendo lideranças, instituições e o setor do inovador”, pontuou Tito Estanqueiro. Este número brutal de atendimentos prova que a base da pirâmide empresarial está a abandonar a estagnação analógica e a procurar ativamente ferramentas digitais e eficientes de gestão.

O Liderança Regional: 600 Startups e 12 Polos Descentralizados

O esforço de formação em larga escala, aliado à captação eficiente de editais públicos no passado, gerou uma maturidade económica que elevou Mato Grosso do Sul a uma posição de destaque incontestável na região central do país. Os resultados práticos destes programas de fomento são plenamente visíveis e passíveis de quantificação pelo mercado.

Atualmente, o estado assumiu de forma clara a liderança de toda a região Centro-Oeste no que diz respeito ao volume bruto de criação de startups. Os dados oficiais atestam a existência de mais de 600 negócios inovadores plenamente ativos, registados e monitorizados através da plataforma de inteligência “Sebrae Startups”.

Este contingente formidável de empresas de nova geração não opera num vácuo comercial. A sustentação e a tração de mercado de uma fatia substancial destas 600 corporações tecnológicas é promovida por meio do acompanhamento direto realizado pelo Living Lab. O Living Lab funciona como o laboratório prático de inovação aberta, gerido sob a alçada do Sebrae/MS, cuja função primordial assenta em estabelecer a ponte técnica e de networking que promove a tão desejada conexão comercial entre as startups emergentes e as empresas tradicionais maduras que operam em diversos e díspares setores da economia nacional.

A expansão deste modelo corporativo acompanhou rigorosamente a política de interiorização defendida pelo governo. O trabalho da instituição transcende o aconselhamento individual aos empresários, abarcando igualmente a difícil missão de estruturar os ambientes jurídicos e operacionais que se revelem francamente favoráveis à inovação municipal.

O resultado desta política é o estabelecimento de uma teia de inteligência capilar. Hoje, o Sebrae/MS acompanha, alimenta e fornece consultoria a 12 ecossistemas de inovação já devidamente implantados e ativos ao longo do estado. Esta rede de influência direta espalha-se estrategicamente pelos municípios de Campo Grande, Chapadão do Sul, Corumbá/Ladário, Dourados, Maracaju, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas, Aquidauana e Jardim. Cada um destes doze polos geográficos fortalece de modo independente, mas interligado, a cultura do empreendedorismo de risco noutras tantas e distintas regiões económicas e produtivas, desde o polo papeleiro a leste até à densa agricultura do cone sul.

O Horizonte de Execução: Editais Abertos e o “Risco Tecnológico”

A transformação de todo este capital potencial em ordens de pagamento aos empreendedores possui balizas temporais rígidas estipuladas pela legislação de fomento. O grande guarda-chuva de financiamento exposto na sexta-feira, o denominado “Projeto Finep pelo Brasil”, encontra-se formalmente ativo e preparado para receber a submissão exaustiva de novas propostas financeiras.

A janela de oportunidade delimitada pelos gestores do fundo define que as empresas interessadas podem inscrever os seus cadernos de encargos e propostas de produtos de forma ininterrupta até à data-limite de 31 de agosto de 2026.

O direcionamento orçamental dos mais de R$ 3,3 mil milhões obedece a uma lógica restrita. Os recursos disponíveis são rigorosamente destinados e cativos a projetos corporativos que apresentem características específicas: os modelos de negócio submetidos devem comprovar estar ancorados na absorção de um “alto risco tecnológico”, evidenciar possuir uma indiscutível relevância de impacto social e, inegociavelmente, manter um foco transversal absoluto nas práticas de sustentabilidade corporativa.

No mercado de fomento governamental, a expressão “alto risco tecnológico” é fundamental para a viabilização da subvenção económica. O Estado investe exatamente naquelas fases onde o risco científico e de execução é mais elevado e incerto. São projetos e invenções onde a própria viabilidade de criação da solução técnica encontra-se ainda sob pesquisa avançada — uma fase crítica onde o mercado de capital privado recusa, por norma, injetar dinheiro sem garantias de rendimento rápido.

A agenda governamental dedicada à captação destes valiosos recursos prossegue plenamente aberta, e a diretriz dos organizadores reitera que os pequenos negócios possuem a capacidade e o perfil indicado para se inscreverem nestes editais altamente competitivos. O processo de formalização das propostas e do escopo corporativo deve ser realizado através de plataformas digitais, com o acesso direto estabelecido via endereço: finep.gov.br. Adicionalmente, as empresas que careçam de suporte especializado e mentoria intensiva para o delineamento correto dos seus projetos dispõem do auxílio estrutural providenciado pelo portal eletrónico ms.sebrae.com.br.

O encontro executado na capital sul-mato-grossense atesta que a nova geografia industrial e tecnológica não ficará restrita às metrópoles do sudeste brasileiro. O amadurecimento dos 12 polos de incubação no interior, suportado financeiramente por investimentos da Finep e guiado estrategicamente pela UEMS, Sebrae e Governo do Estado, indica que a próxima grande transição no mercado do agronegócio e da logística sul-americana tem, com grande probabilidade, os seus alicerces codificados num laboratório de Mato Grosso do Sul.

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